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Quem é Airton Spengler

A carreira do Airton Spengler pode ser contada a partir de seu trabalho como estilista de moda. 

Numa primeira virada na carreira, Airton muda para os Estados Unidos e complementa seu estudo de moda certificando-se em 2000 como Fashion Designer pela School of Fashion Design (Boston). 

De volta ao Brasil 2009, gradua-se em 2012 pela Universidade Paulista como Designer de Moda. 

Sempre atento ao que acontece ao seu redor, decidiu então deixar o segmento de moda e assumiu a arte do Patchwork. Em 2014 teve seu trabalho reconhecido e elevado à categoria de Arte com a 1ª exposição na “Galeria D” - exposição coletiva de fotografia com Patchwork e Quilt. Essa exposição mereceu destaque no Glamurama, na Revista Bazzar e rendeu também um editorial na Revista Casa Vogue Brasil.

As suas referências com fundamentos geométricos nesta nova etapa da carreira, Airton credita ao Concretismo Brasileiro e sempre deixou claro que estas referências vinham da ideia, não do trabalho em si já que o trabalho passa por todo um processo de criação. Em suas palavras “um trabalho geométrico é uma métrica isenta de qualquer figuração, limitação ou saturação da realidade imediata, hoje definida como inteligência espacial”.

Já em 2015 na “Galeria D” o Airton fez uma 2ª. Exposição, desta vez individual, que lhe rendeu a crítica e a venda de trabalhos. 

Abril de 2015, Airton foi matéria de destaque na extinta revista MAKE, com lançamento na Feira Brasil Patchwork no espaço Pro-Magno. Ali, Airton conheceu Myriam Melo, então presidente ABPQ (Associação Brasileira de Patchwork e Quilting), que ao ver a obra reconheceu o lado artístico dos trabalhos e convidou-o para ser palestrante do tema “Quebrando o paradigma da Criação”, ministrada em Belo Horizonte em Agosto de 2015. 

Agosto de 2015 é uma data marcante na carreira do Airton, ali ele teve oportunidade de acompanhar pela primeira vez uma exposição do Patchwork em Feiras, já que seu caminho trilhava até aquele momento especialmente nas galerias de arte. Assim, ele percebeu como era fascinante e instigante uma exposição aberta ao público e se deu conta de como todos os trabalhos eram bons, de qualidade. Teve então um insight e definiu um novo caminho a seguir, se reinventou - novamente. Decidiu dividir o seu conhecimento e passou a trabalhar também como professor.

Ainda em Belo Horizonte em agosto de 2015 em encontro com Carmem Neto foi convidado a trabalhar no Festival em Gramado aplicando cursos a partir de 2016, e desde então tem participado do Festival como professor certificado. 

2016 foi um ano cheio de trabalho, além de iniciar seu trabalho como professor em festivais, participou de uma exposição aberta ao público como convidado do Brasil Patchwork no Pro-Magno. Convite dos organizadores que se repetiu em 2017. E não parou mais, vieram convites para o Terê Quilting (Teresópolis 2017, 2018 e 2019) e Floripa Quilting (2017 e 2018), Festival de Macaé (2019), como professor aplicando cursos e oficinas. 

Uma outra importante vertente de sua arte é o trabalho que ele desenvolve para  Decoradores. São peças que não são ministradas em aulas, são trabalhos feitos com foco no impacto visual – técnicas da geometria têxtil que exploram a ilusão de ótica, buscando linhas de perspectiva e profundidade. Airton sempre ressalta que estas peças não são dele apesar de tê-las concebido, essas peças são dos profissionais para usá-las em projetos próprios.

E continuando no universo têxtil e do Patchwork, processo este que tem como base o background do Airton na moda e no estudo de tecidos, aceitou em 2018 o convite da empresa Fernando Maluhy Tecidos para desenvolver uma coleção assinada. Nasce assim a Coleção FANTASIA com 5 estampas / 27 cores, 100% algodão tingido e estampado totalmente focada para uso em Patchwork. 

Com todas as experiências vividas o levaram a maturar e desenvolver o novo projeto: o mundo on-line; com um site de conteúdo, tips, cursos que se complementam com os workshops presenciais permitindo assim o acesso pessoal.